Torre dos Clérigos recebe obras inéditas de Nadir Afonso na exposição “A Geometria do Absoluto”

A Irmandade dos Clérigos e a Fundação Nadir Afonso apresentam a exposição “Nadir Afonso: a Geometria do Absoluto”, patente na Torre dos Clérigos, no Porto.

A exposição apresenta 30 obras em guache que revelam a mestria de Nadir Afonso na exploração da forma e da cor, evidenciando o seu inconfundível rigor geométrico e sentido de harmonia. Das peças expostas, 23 são inéditas e 7 serão apresentadas pela primeira vez no Porto, proporcionando ao público uma experiência singular de descoberta e admiração pela obra do artista.

A mostra de Nadir Afonso, um dos mais importantes artistas portugueses do século XX, reconhecido pela procura da perfeição estética, eleva a programação artística dos Clérigos, consolidando o seu compromisso com a valorização da arte e com a oferta de experiências culturais de qualidade aos visitantes.

Mais do que uma exposição, “A Geometria do Absoluto” é um convite à contemplação do universo geométrico e poético de que atravessa toda a obra de Nadir Afonso, num espaço cultural de referência capaz de unir património histórico e arte contemporânea num diálogo enriquecedor. Receber as obras de Nadir Afonso na Torre e Museu dos Clérigos é um momento de profundo significado que simboliza um encontro entre dois patrimónios que refletem a identidade cultural do país.

“Para a cidade do Porto, esta exposição representa um tributo à arte portuguesa e uma oportunidade de aproximar o público de um criador cuja obra transcende fronteiras. É também um sinal do dinamismo cultural da cidade, que continua a afirmar-se como destino de excelência não só pelo seu património, mas também pela capacidade de acolher grandes nomes da arte moderna”, afirma António Tavares, Diretor Executivo da Irmandade dos Clérigos.

Já Laura Afonso, Presidente da Fundação Nadir Afonso, destaca que “Nadir Afonso era um fã da Torre dos Clérigos, várias vezes a subiu para contemplar e inspirar-se na maravilhosa vista do Porto, a 75 metros de altura, que esta Torre oferece. Trazer esta seleção de guaches aos Clérigos é uma forma de continuar a mostrar a versatilidade e a profundidade da sua obra, cuja linguagem visual continua a inspirar e a provocar reflexão.”

Patente no Museu dos Clérigos até 25 de Janeiro de 2026.

Galeria